terça-feira, 16 de junho de 2015

Rainha da AMO-RS 2015

Todas as Candidatas provaram em suas entrevistas estarem realmente envolvidas com o motociclismo, Eliziane Gehlen (MG Asas de Chumbo) de Esteio, Luana de Siqueira (MG Os Barbas do Asfalto) de Guaiba, Michele da Campo (Jaspeiros MG)de Nova Sta. Rita, Raíssa Rodrigues (MG Servage da Estrada) representando a Praia de Rondinha em Arroio do Sal, Suelen da Silva (MC Sem Destino) de Marau e Vanusse Basso (MC Bento Gonçalves) desfilaram no palco principal do Moto Morango em Bom Princípio com desenvoltura e beleza dificultando o trabalho dos jurados. Após o desfile conjunto e individual os jurados estiveram reunidos e elegeram Michele da Campo (Rainha 2015-2016), Raíssa Rodrigues (Primeira princesa 2015-2016), Suelen da Silva (Segunda Princessa 2015-2016) e Vanuse Basso (Simpatia 2015-2016). O Presidente honra da AMO-RS, Vilson Kuhn acompanhou a eleiçao e agradeceu a excelente organizaçao de Bruna Barbieri, a participação da soberanas Bruna Todeschato (Rainha) e Aline dos Santos (princesa) que passaram as coroas e o reinado, a presença de Tainara Gomes, os jurados, o Moto Grupo Giramundo de Bom Princípio e as torcidas que deram um show no evento. Por fim agradeceu a todas as participantes do Concurso que foram a atração principal.
Com 19 anos, Luana já participa dos eventos motociclisticos com seus pais, integrantes do MG Barba do Asfalto de Guaiba.
 O que motivou Luana a participar do concurso são as amizades conquistadas através do Motociclismo.
Eliziane tem 19 anos e sugere como slogan de campanha focada para os motociclistas: " Respeite os limites de velocidade, pois o melhor da viagem é o percurso e o destino é seu prêmio " .

Representando o Moto Grupo Asas de Chumbo de Esteio, Eliziane vai desfilar no dia 29 de março no MOTO MORANGO, na cidade de Bom Princípio, quando ocorre a eleiçao das Soberanas do Motociclismo da AMO-RS 2015/2016.
SEM DESTINO MC DE MARAU é o unico MOTO CLUBE DA AMO-RS a apresentar canditatas em TODOS OS CONCURSOS da Rainha e Princesas da AMO-RS e já ter suas representantes como Rainha Estadual por várias vezes apresenta SUELEN DA SILVA ,de 23 anos que tem como motivação de campanha junto a entidade: LUGAR DE ACELERAR É NA PISTA !!

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Kawasaki Vulcan S virá ao Brasil

O modelo custom de média cilindrada deve chegar aqui até o meio do ano 

 Menos de um ano após seu lançamento, fontes ligadas à subsidiária local da Kawasaki confirmam que a Vulcan S está chegando ao Brasil. Embora o preço ainda não tenha sido revelado, a custom está marcada para vir ao País até o meio do ano. Projetado para atrair um público mais jovem, o modelo de média cilindrada partilha diversos elementos com a naked ER-6n e com a sport-touring Ninja 650, como o motor de dois cilindros paralelos de 649 cm³. Na Vulcan S, o propulsor é capaz de gerar até 61 cv de potência máxima a 7.500 rpm, enquanto o torque máximo é de 6,4 kgf.m disponíveis nos 6.600 giros. O câmbio é de seis velocidades.

 O escape centralizado abaixo do quadro com ponteira do lado direito é outro ponto em comum com as outras 650 cc da marca japonesa. Assim como o painel, que traz o mostrador digital abaixo do conta-giros em forma de arco. A modernidade dos traços também está no farol, com forma semelhante a de uma gota. Já o tanque, tem desenho alongado e capacidade para 14 litros.
Acessível, a custom foi feita para atrair mulheres e pilotos novatos 

 Para atrair as mulheres e os pilotos novatos, a Kawasaki fez a Vulcan S baixa. Com assento a 705 mm do chão, a ideia é oferecer uma ergonomia que inspire confiança a quem ainda não tem tanta intimidade com o segmento. Sendo assim, a moto traz pedaleiras que podem ser reguladas em três posições para facilitar a vida dos condutores que ainda não se sentem à vontade em guiar com as pernas esticadas e os pés lá na frente. Outro ponto no qual a custom japonesa se mostra acessível é o preço. Nos Estados Unidos, por exemplo, a moto custa 6.999 dólares em sua versão standard e 7.399 dólares equipada com freios ABS. Os valores equivalem a cerca de R$ 22.400 e R$ 23.700.
O preço da Vulcan S no Brasil ainda não foi confirmado pela Kawasaki

segunda-feira, 9 de março de 2015

Calendario AmoRS 2015


terça-feira, 3 de março de 2015

Kawasaki Ninja H2 comfirmada para o Brasil

Anúncio foi feito na página brasileira da marca japonesa 

Enquanto você estava curtindo o Carnaval em um dos diversos blocos do Brasil ou mesmo em casa, aproveitando para descansar, a Kawasaki achou que era o momento certo para trazer ao País uma das estrelas do último Salão de Milão. Isso mesmo. Na última segunda-feira, a subsidiária brasileira anunciou na sua página oficial que a comentada Ninja H2 será vendida aqui em quantidade limitada. No site há uma área dedicada à superbike, com fotos, vídeos e dados técnicos, mas a data do início das vendas e o preço ainda são uma incógnita. Mas não deverá ser dos mais acessíveis. Para se ter uma ideia, o valor sugerido da Ninja H2 nos Estados Unidos é de 25.000 dólares, o que equivale a cerca de R$ 70.000.

Equipada com um motor de quatro cilindros em linha de 998 cm³ superalimentado com compressor, a Ninja H2 tem potência máxima declarada de 210 cv a 11.000 rpm, já com o auxílio do sistema Ram Air, e torque máximo de 13,6 kgf.m a 10.500 giros. Além do compressor, a moto se destaca pelo visual futurista projetado pela divisão aeronáutica da Kawasaki.
O preço da Ninja H2 nos Estados Unidos é de 25.000 dólares, o que corresponde a pouco mais de R$ 70.000

Megacycle é cancelado e quem perde é o motociclismo

Evento abriu as portas na sexta-feira (27 de fevereiro), mas foi impedido de continuar no final de semana 

Em 27 de fevereiro, sexta-feira, fomos até Campos do Jordão (SP) ver, bem de perto, a realização da primeira edição do Megacycle na badalada estância turística. Até então, o tradicional evento já havia sido realizado em cidades paulistas, como Serra Negra e Caraguatatuba, e em São Lourenço (MG).

Ao chegar no local, a estutura de costume: Harley-Davidson, KTM, Triumph, Kawasaki foram algumas das marcas que montaram estandes e ainda havia venda de equipamentos, peças, acessórios e exibições de motos de customizadas.
Lá dentro, estavam modelos customizados, como a Hayabusa de 1000 cv 

Na parte externa, no campo de futebol, serviços como troca de pneus da Pirelli, lavagem de moto a seco e diversos food trucks. No final daquela noite uma chuva torrencial caiu sobre Campos do Jordão. A água foi muito bem vinda, porém trouxe á tona uma enxurrada de problemas.

O primeiro Megacycle de Campos do Jordão foi cancelado pela ausência do alvará de funcionamento emitido pelo Corpo de Bombeiros. A organização se defende dizendo que já havia tomado todas as precauções e providências necessárias para realização do evento. Mas não estamos aqui para julgar o mérito da questão ou apontar culpados.
Marcas também estavam presentes expondo seus modelos 

Mesmo com o cancelamento do encontro, as ruas estavam recheadas de motos e, com certeza, Campos do Jordão teve comerciantes satisfeitos e aumento em sua arrecadação, já que estamos na baixa temporada. A cidade ganhou, mas o motociclismo perdeu, mais uma vez. Perdeu para a burocracia, perdeu para o descaso, perdeu para a soberba, perdeu para a omissão e pela falta de bom senso. Que este fato sirvam de lição para legisladores, organizadores, expositores e órgãos públicos.

Não podemos esquecer que o motociclismo não é feito de máquinas, mas sim de gente. Gente que quer se divertir, rever e fazer amigos, se confraternizar e o mais importante: gente que vota! A questão da segurança é fundamental? Sim, sem dúvida. Mas não dá para mudar as regras – ou fazer vistorias – no meio do evento. Quer dizer, quem esteve lá na sexta feira corria perigo?