terça-feira, 6 de agosto de 2013

Peugeot apresenta o novo scooter Geopolis 300i na Europa

Enquanto no Brasil o uso de scooteres para atividades cotidianas nos grandes centros ainda não é de grande aceitação, na Europa cada vez mais este versátil veículo é empregado, levando até um grande e tradicional fabricante de automóveis como a Peugeot a manter uma divisão especificamente para o desenvolvimento e produção destas charmosas motonetas, apresentando agora o novo Geopolis 300i.

O Geopolis 300i se diferencia pelo esmerado acabamento, conforto e praticidade, além de estilo moderno e requintado. O frontal do scooter tem design claramente derivado dos carros da marca, como o Peugeot 208 e 508. Paralama, parabrisa e assento foram totalmente reestilizados. A altura do assento ao solo do passageiro foi reduzida para facilitar o acesso. Para o piloto, a altura do assento ao solo é de 805 mm.

O transporte de volumes pode ser feito sob o assento e em um porta-objetos embutido no frontal dianteiro, que também conta com tomada de 12 V. Para a segurança, um sistema anti-furto imobilizador é equipamento de série.

Tecnicamente, vem equipado com roda alta (16 polegadas) e chama a atenção por ser dotado de sistema de freio dianteiro com dois discos de 263 mm mordidos por pinças de dois pistões cada. O freio traseiro também é a disco, mas de 226 mm com pinça de pistão único.


O motor monocilíndrico de 278,3 cc, 4 tempos e 4 válvulas refrigerado por líquido e alimentado por injeção oferece 22 CV de potência máxima para deslocar o peso (seco) de 159 Kg. O tanque de combustível tem capacidade para 13,5 litros e o scooter mede 2.170 mm de comprimento. O novo Geopolis 300i estará disponível nas concessionárias europeias da Peugeot a partir de 31 de julho pelo preço promocional de 3.890 euros, pouco mais de 11.600 reais numa conversão direta, com opções de cores de preto, branco, cinza e vermelho. O excepcional tempo de garantia oferecido por 4 anos (sendo que nos 2 primeiros inclui-se assistência na estrada) também é bem diferente daquele que os brasileiros estão acostumados.

Suzuki GSR 750

 A GSR 750 “One Edition” é uma versão em edição limitada da GSR 750 que traz como apelo o mesmo esquema de cores e grafismos aplicado na GSX-R 1000 comemorativa ao 1 milhão de modelos produzidos da família GSX nos últimos 25 anos.

 Serão apenas 50 unidades comercializadas apenas nos concessionários franceses da marca. Além dos grafismos, uma ponteira Yoshimura e assento do garupa com cobertura (o coquinho) fazem parte do pacote de diferenciação, o qual agrega ao preço final da moto 1.000 euros.

 Veja mais fotos da GSR 750 edição limitada
:

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Indian Motorcycle planeja vender motos no Brasil

Em seu site, fabricante aponta status do país como “em breve”. Empresa do grupo Polaris estuda montagem em Manaus. 

Criada em 1901, nos Estados Unidos, a centenária Indian Motorcycle planeja operação no Brasil, confirmou ao G1 o grupo Polaris, que adquiriu a marca em 2011. Apesar de oficialmente a empresa ainda não divulgar data específica para sua chegada ao país, seu site global já mostra o aviso de “coming soon” para o Brasil, ou seja, “em breve”, em português. Entre as possibilidades, está a montagem de motos em Manaus.

 “A Polaris vem estudando a melhor forma de introduzir a Indian no Brasil. É um mercado ascendente e está no radar da empresa, mas ainda não temos como precisar o tempo”, disse Rodrigo Lourenço, diretor da Polaris Brasil. Atuando com subsidiária no país desde o ano passado, a marca Polaris é especialista em quadriciclos, UTVs (espécie de quadriciclo com habitáculo) e snowmobiles (veículos para a neve). A aquisição da Indian pelo grupo ocorreu em 2011 e a partir daí a marca ganhou novo vigor e investimentos. 

Expansão da Polaris no Brasil
 Para a marca Polaris, a empresa pretende maior expansão pelo país, onde iniciou operação própria em 2012. De acordo com a marca, o número de lojas deve passar de 7 para 15 até o final de 2013. “O sucesso com os quads fez o grupo Polaris ver o Brasil como uma oportunidade para as motos também”, finaliza Lourenço.
 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Moto elétrica que chega a 241 km/h

A empresa Mission Motorcycles apresentou, nos Estados Unidos, sua nova geração de motos esportivas elétricas desenvolvidas para rodar nas ruas. De acordo com a fabricante americana, os modelos R e RS trazem o que existe de mais evoluído no segmento de motocicletas elétricas. A top de linha RS custa US$ 56.499, na versão standard, e US$ 72.499, com pacote para competições.

A velocidade final do modelo é de 241 km/h movido por motor elétrico que gera 120 kW, equivalente a 163,2 cavalos de potência. Segundo a Mission, a moto faz de 0 a 60 milhas/h (96,5 km/h) em 3 segundos. O modelo pode ser emplacado e, em condução rotineira em estradas e cidade, pode rodar até 225 km com a carga de uma bateria – a recarga é feita em qualquer tomada.

 “A indústria de motocicletas parece estar estagnada, onde os destaques são apenas pequenas melhorias. Somente combinando a expressão mais limpa de força bruta, fornecida por um motor elétrico, com a conectividade que esperamos, alguém pode realmente evoluir a moto no século 21. E este é precisamente nosso objetivo”, disse o presidente da Mission Motorcycles, em comunicado.

A empresa baseada em São Francisco disponibiliza apenas 40 unidades da RS. O modelo top de linha possui o chamado pacote GP, que traz freios e suspensões de alta performance para competição. Com câmbio de apenas uma velocidade, a moto oferece torque de 16,59 kgfm instantâneamente nas primeias rotações do motor.

Entre os dispositivos eletrônicos, estão freios que regeneram a energia nas frenagens e conexão direta com a internet. A nova linha Mission é baseada nos protótipos que dominaram competição para motos elétricas em Laguna Seca, em 2011. “Por dois anos, motociclistas pediram para que colocássemos a moto de corrida da Mission no mercado. E por este tempo, os desapontamos. Agora, a espera acabou”, disse Jit Bhattacharya, presidente da Mission Motors, empresa parceira da Mission Motorcycles.

De acordo com a empresa, as RS serão entregues no verão americano de 2014 e, em seguida, os modelo R. A fabricante informa que garante a entrega para todos os lugares dos Estados Unidos e que aceita pedidos de outros países.

Opções mais acessíveis 
Para o modelo R, que não tem número restrito de unidades, a empresa produziu três versões, com capacidade diferentes de bateria. Nesse caso, as autonomias variam entre 169 km, 193 km e 225 km, com preços respectivamente, de US$ 29.999, US$ 33.999 e US$ 39.999. Com a bateria mais fraca (12 kWh), a velocidade máxima é de 225 km/h, enquanto nas de 15 e 17 kWh a velocidade máxima também é de 241 km/h.

 Veja fotos da Mission Motorcycle R e RS:

MV Agusta F3 800

A fabricante italiana de motos MV Agusta apresentou este mês, na Itália, a inédita F3 800. De acordo com a empresa, o produto reúne a exuberância de uma esportiva 1000 com a agilidade de uma 600. Com apenas 173 kg, a 800 é nova opção para a gama F3, que já contava com a 675. Mantendo o motor de três cilindros, a novidade alcança 148 cavalos de potência e 13.990 euros no Velho Continente.

Sua configuração de 798 cilindradas, com refrigeração líquida e injeção eletrônica, rende 8,97 kgfm de torque. Segundo a fabricante, este tricilíndrico pesa 52 kg, auxiliando a chegar ao peso-potência de 1,17 kg/CV.

Entre os dispositivos eletrônicos, estão acelerador eletrônico, controle de tração e mapas de gerenciamento de potência.

Segundo a MV, o motor de três cilindros garante a força de um bicilíndrico com a elasticidade de um tetracilíndrico. A velocidade máxima declarada é de 269 km/h.

Este aumento de cilindrada não é novidade dentro da linha da empresa. No ano passado, a marca apresentou a Brutale 800, seguindo a base da Brutale 675 – ambas também com motores de três cilindros. No caso da F3 800, o diâmetro dos pistões foram mantidos (79 mm), enquanto o curso dos mesmos aumentou em 8,4 mm, comparado com a 675, chegando à 54,3 mm.

Pacote de alto padrão 

Como de costume, a MV Agusta utiliza equipamentos refinados na construção de suas motocicletas. Na dianteira, as suspensões são da Marzocchi, e o monoamoretcedor traseiro é da Sachs.

Os freios ficam a cargo da Brembo – na dianteira possui dois discos e na traseira um -, enquanto os pneus são os esportivos Pirelli Diablo Rosso Corsa. As suspensões possuem múltiplas regulagens e o chassi é tubular do tipo treliça.

 Veja algumas fotos da nova MV Agusta F3 800: