domingo, 1 de janeiro de 2012
Os 5 Maiores Erros de Pilotagem
1 – Falha em reconhecer o perigo antecipadamente
• Pilotos inexperientes ou mal treinados normalmente não desenvolvem a capacidade de antecipar situações de perigo, que é fundamental na pilotagem segura. Quanto mais tempo você tiver para reagir, maiores chances terá para evitar um acidente. Ou, alguns, simplesmente não reconhecem um perigo e conseqüentemente não fazem nenhuma correção para evitá-lo.
A triste realidade do motociclismo é que você é menos visível do que os veículos maiores. Sua habilidade em evitar perigos depende de sua capacidade em reconhecer situações no tráfego em que você pode estar invisível aos outros usuários da estrada e que exigem ajustes de sua parte, relacionados à velocidade e posicionamento na pista.
2 – Frenagem excessiva da roda traseira
• Você conduziria seu carro com somente 30 a 40 por cento dos freios disponível?
As investigações demonstram que pilotos inexperiente fream excessivamente a roda traseira, às vezes excluindo totalmente os freios dianteiros. Obviamente isto aumentará a distâncias de parada e a possibilidades de uma colisão. Muitos pilotos, interrogados logo após um acidente, não recordam nem mesmo se aplicaram os freios dianteiros. Por outro lado, usar exclusivamente os freios dianteiros, numa motocicleta de grande porte, provoca a mesma situação. A regra de ouro ainda é aplicar mais intensamente os freios dianteiros, mas agregar a frenagem dos freios traseiros, também.
3 – Negociação nas Curvas
Os seguintes erros são os mais frequentes:
• Entrar na curva com velocidade excessiva – incapaz de reconhecer a severidade da curva, o piloto normalmente decide aplicar os freios ao inclinar-se para reduzir a velocidade, levando à inevitável perda de aderência e de tração.
• Não olhar através da curva, geralmente fixando-se em um obstáculo. A regra de segurança determina que você deve fixar sua visão aonde você quer estar e não no ponto à sua frente.
• Falha na inclinação correta, de acordo com a velocidade. Muitos pilotos falham em usar a inclinação necessária para passar pela curva, inclinando-se demasiadamente (e perdendo tração) ou inclinando-se menos e saindo da faixa da curva.
• Aplicar os freios enquanto se inclina. Na maioria das vezes, a quantidade de frenagem aplicada excede a capacidade de tração dos pneus, na inclinação em que se encontra a motocicleta.
• Escolha da trajetória – o piloto escolhe uma trajetória que o leva a cruzar a faixa de separação das pistas ou o coloca muito próximo desta faixa, ficando no caminho dos veículos em direção oposta e que podem estar muito próximos da mesma faixa.
4 – Direção
• As investigações demonstram, frequentemente, situações em que parece que o piloto virou em direção ao outro veículo, ao invés de distanciar-se dele. Ou não fizeram um movimento evasivo que poderia ter evitado a colisão. Ou, ainda, seguiram em direção a um obstáculo que poderia ter sido evitado.
Este erro é atribuído à falta de conhecimento da contra-exterção. As motocicletas necessitam de comandos distintos em baixa e alta velocidade. Em baixa velocidade, ou quando estamos manobrando, normalmente giramos o guidão na direção aonde queremos chegar. Em alta velocidade, o movimento é ao contrário: se queremos ir para a direita, o guidão tem que ser movido para a esquerda.
5 – Falta de treinamento
• A falta de treinamento é um erro gravíssimo. Muitos acidentes poderiam ser evitados se os pilotos tivessem treinamento adequado, antes de entrar numa rodovia. Pilotar na cidade, em baixa velocidade, é totalmente diferente de faze-lo numa rodovia, em velocidades superiores a 100 km/h.
– Muitos acidentes ocorrem com motociclistas inexperientes e mal treinados. Este é um erro terrível porque acidentes com motocicleta podem ser muito sérios.
– A inexperiência conduz sempre a uma pilotagem além de sua capacidade ou habilidade.
– Pilote sempre com a segurança em primeiro lugar.
As motos mais roubadas de 2011
A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg) fez um levantamento — a pedido do portal Terra — dos veículos mais roubados do Brasil, com base em números do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Entre os 50 veículos que compõem a lista, que analisa apenas a quantidade de veículos furtados ou roubados entre 1º de janeiro e 30 de novembro, 10 são motos.
1 – Honda CG 125 Titan – 19.223
2 – Honda CG 150 Titan – 10.113
3 – Honda CBX 250 Twister – 5.946
4 – Honda C100 Biz – 4.109
5 – Yamaha YBR – 3.370
6 – Honda C125 Biz – 2.950
7 – Honda NXR 150 – 2.665
8 – Yamaha YS 250 Fazer – 1.841
9 – Honda XR 250 Tornado – 1.779
10 – Honda NX4 Falcon – 1.585
Moto chopper
Replica de um moto chopper usado no filme Easy Rider (1969).
As Chopper nasceram quando o regresso da 2ª guerra mundial dos soldados norte americanos, que depois de andarem na Europa em motos Europeias mais leves e ágeis, começaram a retirar peças dispensáveis segundo eles às Harley, o termo "Chopper" vem de retirar, cortar.
As chopper são motos que derivam das custom, com a diferença na posição do tanque que é alto na frente e baixo atras formando uma linha com o eixo da roda traseira, o garfo da frente tem um ângulo em relação ao motor maior que nas custom e seu comprimento também é maior, deixando a distância entre eixos bem grande. Este estilo de moto tem a filosofia de retirar tudo o que não é necessário em uma moto, dai vem seu nome que, em inglês, significa cortar. Geralmente não possuem banco para o garupa, alforges ou paralamas dianteiros. Seu visual é bastante despojado e agressivo. O conceito de moto chopper, originado dos EUA, foi disseminado mundo afora através do filme Easy Rider (Sem Destino), lançado em 1969, em que os atores Peter Fonda e Dennis Hopper interpretam os dois motociclistas que viajam pela américa sobre suas choppers. Quando se fala em moto "chopper", a primeira imagem que vem à cabeça é uma moto com muitos cromados, garfo dianteiro enorme, guidão alto (apelidado de "seca-sovaco") e tanque em forma de gota. As motos do filme Easy Rider, que tinham nome (chamavam-se: Capitão América e Billy Bike), talvez sejam as "Choppers" mais famosas do mundo.
A partir desse momento, o design da moto chopper se difundiu, o que levou os proprietários das Harley e das Indians a modificarem suas motocicletas em busca do visual chopper. Hoje, a industria de motos chopper continua com seu espírito "hand made", mas não mais modifica motos de linha, e sim constrói as motos, desde o chassi, motor, tudo personalizado. A febre chopper é tamanha, que existe até um programa de tv, mostrando o dia-a-dia de uma fábrica de choppers, o American Chopper (Orange County Choppers, no original).
Não existem exemplos desta categoria de fabricação própria das fabricantes, pois geralmente, são criada e alteradas pelos próprios donos, ou oficinas especializadas em chopper.
sábado, 24 de dezembro de 2011
MV Agusta Brasil inaugura primeira loja no Brasil
Em clima de bastante descontração, a marca italiana MV Agusta Brasil iniciou suas operações comerciais no país com a inauguração da primeira concessionária, a Intercar MV Agusta, na região do Itaim Bibi, em São Paulo (SP), que abriu as portas nessa quinta-feira (24/11), com a realização de um coquetel para convidados.
Na ocasião, os clientes e fãs de motos Premium puderam conhecer em detalhes os modelos esportivos Brutale e F4 e as instalações da concessionária Intercar MV Agusta, que conta com showroom e oficina, que fica no mezanino. Todos ainda conferiram a entrega das três primeiras motos MV Agusta produzidas no Brasil para os seus felizardos compradores.
Além de ser a primeira revenda da marca, a Intercar MV Agusta também vai funcionar como concessionária conceito, servindo de modelo para as outras revendas. A Intercar MV Agusta é uma loja que faz parte do Grupo Vocal, tradicional concessionário das marcas Volvo e Land Rover.
Segundo Marcus Vinicius S. Santos, gerente da MV Agusta, o projeto para a marca italiana no país engloba a abertura de nove lojas, sendo que no primeiro estágio entrarão em funcionamento seis unidades nas cidades de Curitiba (PR), Florianópolis, Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Ribeirão Preto (SP) e São Paulo (SP) e logo depois mais três revendas em Belo Horizonte (BH), Campinas (SP) e Rio de Janeiro (RJ).
“A abertura da primeira concessionária MV Agusta simboliza nosso compromisso de oferecer produtos de qualidade e mostra a nossa força no segmento Premium. Estamos trabalhando com uma expectativa de vendas de cerca de mil motos no primeiro ano de operação”, ressalta Marcus Vinicius S. Santos.
Intercar MV Agusta
Rua Doutor Alceu de Campos Rodrigues, 341 – Itaim Bibi – São Paulo (SP)
(11) 3045-5533
http://www.mvintercar.com.br/
Motocicletas
Brutale 1090R – R$ 56 mil
Brutale 1090RR – R$ 64 mil
F4 – R$ 68 mil
Fotos:
MV Agusta: modelos já estão sendo produzidos em Manaus
Já saíram da fábrica da Dafra, em Manaus (AM), as primeiras unidades da MV Agusta Brutale e F4. Depois de passarem pelo controle de qualidade e inspeção final, as motocicletas foram avaliadas no dinamômetro do Laboratório de Controle de Emissões de Poluentes e Análises Experimentais e, neste momento, estão seguindo para testes de rodagem em diferentes ambientes, incluindo trechos urbanos e rodoviários.
De acordo com Victor Trisotto, diretor de engenharia da Dafra, esta fase é extremamente importante para garantir que todos os modelos saiam da fábrica em perfeitas condições. “O try-out tem como objetivo demostrar a capacidade de montagem do produto dentro dos critérios de qualidade e com todos os meios finais de produção. Nesta fase, os envolvidos na fabricação já estão treinados e aptos a montar o produto, os meios industriais estão prontos, validados e disponíveis para montagem completa”, explica. “O try-out é fundamental para que a produção em série ocorra com a qualidade prevista e com a cadência desejada. No entanto, vale destacar que os produtos MVAgusta já foram validados em outra fase do projeto com testes mais severos. Estamos agora apenas validando o processo de montagem inicial”.
Após os testes de rodagem, as motocicletas retornam para a engenharia da Dafra para serem inspecionadas. “Em função do resultado da rodagem se dará o ‘Acordo para Produzir em Série’. Caso exista algum ajuste a ser feito, haverá a etapa de correção de montagem e nova rodagem. No total estamos falando de 50 dias entre montagem e testes e aprovação para entrada em série dos modelos MV Agusta”, conta Victor.
No total, a equipe Dafra na operação MV Agusta é composta por 12 pessoas, treinadas durante 60 dias na fábrica da cidade de Varese, na Itália. Ao final deste período, brasileiros e italianos montaram juntos as unidades produzidas na planta de Varese. A previsão é que as primeiras unidades MV Agusta cheguem ao mercado em dezembro deste ano.
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